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Oficina Corpografias promove arte, autoconhecimento e acolhimento para mulheres da Unesc

A Universidade ofereceu um espaço de acolhimento e expressão, permitindo que as colaboradoras e estudantes explorassem suas histórias e se apoderassem por meio da arte. (Fotos: Raissa Albano/Agecom/Unesc).

Em março, em celebração ao Mês da Mulher, a Instituição realizou a oficina ‘Corpografias’, uma experiência que uniu arte, autoconhecimento e reflexão sobre as marcas, tanto internas quanto externas, que as mulheres carregam. A atividade foi dirigida para colaboradoras e estudantes da Universidade, proporcionou um espaço de troca, acolhimento e expressão por meio da pintura corporal, e ocorreu na última sexta-feira (21/3), na sala Edi Balod, na Instituição. 

A proposta da oficina surgiu da parceria entre a Extensão da Universidade e a Secretaria de Diversidades e Políticas de Ações Afirmativas, com o objetivo de proporcionar um ambiente onde as participantes pudessem se expressar livremente e explorar suas próprias histórias por meio da arte. A atividade teve como foco as marcas da violência, tanto visíveis quanto invisíveis.

A proposta foi oferecer um ambiente onde as mulheres pudessem se olhar, conversar e refletir sobre suas próprias experiências. “O intuito não foi apenas realizar uma pintura, mas criar uma conexão entre as participantes, proporcionando um espaço seguro para que pudessem compartilhar suas histórias e ressignificar suas cicatrizes”, comentou a coordenadora da Secretaria de Diversidades e Políticas de Ações Afirmativas, Janaína Damásio Vitório. 

O corpo como tela de histórias e sentimentos

Durante a atividade, as mulheres pintaram uma a outra e compartilharam relatos emocionantes sobre suas experiências de vida, incluindo histórias de violência doméstica e outros traumas. “A pintura não é apenas uma técnica, mas um processo de cura. Ela ajuda a desbloquear sentimentos e a transformar marcas em símbolos de força e superação”, explica a artista visual, Carol Machado.

Para a pós-graduanda da Universidade, Laura Quadros, o espaço serviu para oportunizar de desprender dos crachás e ser, simplesmente, mulheres – com suas histórias, desafios e vitórias. “A importância desse ambiente está em proporcionar às mulheres a chance de se reconhecerem, compartilharem suas experiências e se sentirem acolhidas”, comenta.

 

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