
Com o tema “Mulheres na Carreira Jurídica”, o curso de Direito da Unesc promoveu a tradicional Aula Inaugural nesta terça-feira (25/3), no Auditório Ruy Hülse. Nos períodos da manhã e da noite, os acadêmicos tiveram a oportunidade de assistir palestras renomadas profissionais da área para debater a presença feminina na área, os desafios e conquistas.
A coordenadora do curso, Márcia Piazza, ressaltou a importância da iniciativa, que ocorre em março desde 2017. “Essa foi uma sugestão do nosso saudoso professor João Carlos Medeiros Rodrigues Júnior. Nosso evento foi pensado como uma homenagem às mulheres, com uma reflexão sobre um tema essencial. Ainda enfrentamos desigualdade e luta por espaço, por isso é fundamental falarmos sobre isso. Este ano, temos uma ação global da ONU Mulher que reforça a necessidade de garantir direitos, igualdade e empoderamento para todas as mulheres e meninas”, salientou.
Debates com grandes nomes do Direito
Pela manhã, as palestras contaram com a participação da procuradora do Trabalho, Ana Roberta Lins Haag; da vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subseção Criciúma, Janaina Alfredo da Rosa; e da defensora pública, Juliana Braidotti Rodrigues. As convidadas compartilharam suas experiências e discutiram os desafios da mulher no meio jurídico, além de incentivar o protagonismo feminino na área.
No período noturno, os acadêmicos acompanharam as palestras da desembargadora do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Vera Lúcia Ferreira Copetti; da defensora pública, Juliana Braidotti Rodrigues; da delegada de Polícia, Eliane Chaves; e da juíza da 4ª Vara Federal de Criciúma, Camila Lapolli de Moraes. As profissionais abordaram a realidade das mulheres na Justiça, os desafios diários e a importância da representatividade feminina nos cargos de liderança no Direito.
Reflexão e engajamento
O evento proporcionou aos acadêmicos um espaço de aprendizado e reflexão sobre a igualdade de gênero no universo jurídico. “Que possamos sair daqui engajados nessa discussão, que pertence a todas as pessoas que desejam uma sociedade mais igualitária”, concluiu Márcia Piazza.