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Biologia e Artes se unem para proporcionar aprendizados diferentes no Colégio Unesc

Biologia e Artes se unem para proporcionar aprendizados diferentes no Colégio Unesc
Projeto interdisciplinar “Corpo Célula” resultou em uma exposição na Sala Edi Balod (Fotos: Milena Nandi)

O que te torna humano hoje? Este foi o questionamento que o projeto “Corpo, célula, territórios de si” lançou aos estudantes das primeiras séries do Ensino Médio do Colégio Unesc. A resposta veio em forma de exposição e novos aprendizados. O projeto interdisciplinar, desenvolvido dentro dos componentes curriculares Arte e Biologia, chamou os alunos a estudarem as organelas celulares, ao mesmo tempo em que refletiam sobre conhecimento pessoal. A tradução do que cada aluno absorveu desta experiência foi feita em produções, que nesta quarta-feira, foram expostas na Sala Edi Balod, da Unesc.

A socialização dos trabalhos ocorreu de forma híbrida, e respeito aos protocolos de biossegurança. Desta forma, alguns alunos participaram de maneira presencial do evento e outros, de forma online. Os trabalhos foram construídos ao longo de um mês e meio, com aulas de Biologia em laboratórios da Unesc. Neles, a professora Gabriela Thomaz da Silva ensinou sobre as células e suas estruturas, e os alunos puderam verificar no microscópio inicialmente, partículas de cebola. Depois, puderam observar no estereomicroscópio outros materiais, escolhidos e coletados por eles.

E aí, as Artes entraram em cena: foi proposto uma espécie de autorretrato contemporâneo de cada um a partir da observação de materiais palpáveis que fossem retirados de atividades da rotina deles, como água da chuva, café passado, pó de café, terra da casa, gotas do mel. A partir disso, os estudantes pintaram tecidos fazendo a conexão entre os componentes curriculares. “Em uma estrutura interdisciplinar, que é a proposta do Colégio Unesc hoje, queremos tornar o ensino significativo, mas não de modo fragmentado e sim, unificado. É formar alunos e alunas que pensem nas possibilidades de traçar as próprias metas. Trabalhamos o protagonismo, mas não de modo formatador. Queremos que eles reflitam, pensem e criem possibilidades para alcançar os seus projetos de vida”, afirma o professor de Artes, Gabriel Valga Ricardo, que orientou os alunos no projeto, juntamente com Gabriela.

Segundo a professora de Biologia, os alunos retornaram atividades muito boas, não só trazendo especificamente a função de cada organela celular, mas relatando o que cada um enxergou nele mesmo. “Fiquei muito contente e impactada com o resultado desta experiência para eles. A ideia era não cobrar o conteúdo em uma avaliação, como estávamos acostumados, mas em uma atividade em que conseguissem internalizar melhor o conhecimento. Acredito que tivemos sucesso neste projeto!”, afirma Gabriela.

No que depender dos alunos, a inciativa está aprovada. O estudante da primeira série do Ensino Médio, Eliel Borges Santana, considerou a experiência agregadora de forma positiva. “Foi muito importante a participação neste projeto. Percebi uma conexão entre os componentes curriculares e entendi depois de ver no estereoscópio, a ligação entre biologia e arte e entre a gente e as organelas”, comenta.

Conexões dentro da Universidade

O resultado do projeto “Corpo, célula, território em si”, ficará até esta sexta-feira (28/5) na Sala Edi Balod, na Unesc e será visitada por outros estudantes do Colégio Unesc. Na manhã desta quarta-feira as produções foram avaliadas pela coordenadora do curso de Artes Visuais da Unesc, Aurélia Regina Honorato e pela professora do Artes do Colégio Unesc, Juliana Pereira Guimarães. Elas conversaram com os estudantes, ouviram deles como foi o processo de desenvolvimento das pinturas e deram suas contribuições sobre o trabalho.

A diretora do Colégio Unesc, Giselle dos Passos Vieira, salientou a alegria de participar do evento de socialização dos trabalhos e da importância da parceria entre o curso de Artes Visuais, a Sala Edi Balod e o Colégio Unesc. “Utilizamos os diferentes espaços que temos no campus para proporcionar um ensino de excelência para os nossos estudantes. Agradeço a todos os envolvidos para que pudéssemos ter este momento hoje, mas, especialmente, aos nossos alunos, que tiveram as mentes e os corações abertos para mergulhar neste projeto tão interessante”.

A coordenadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Unesc, Mainara Figueiredo Cascaes enfatizou que o processo vivenciado pelos alunos demonstrou que eles têm o protagonismo do seu processo de aprendizagem. “Que bom que no Colégio Unesc os alunos estão conseguindo ser a melhor versão deles mesmos. Que estão tendo liberdade nas construções de cada conteúdo. O projeto está lindo e com certeza vocês não esquecerão de tudo o que vivenciaram nele”.

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